segunda-feira, abril 21, 2008

É simples.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a priorizar coisas tão relevantes e não conseguir ouvir a felicidade que berra ao nosso redor. Talvez, o poeta tenha respondido ao dizer: “A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.”
O poder mais sagrado que temos é a escolha. É aí que tudo começa. Não se prenda a um acontecimento que agora parece definitivo. O tempo está passando...
Tudo prepara uma forma de depois. Como se agora fosse uma passagem. E é necessário ir. Não pare, repito, não pare. Abra os olhos. Há encantos escondidos por toda parte. Preste atenção. São miúdos, mas constantes. Então perceba que a felicidade é um susto. E são essas surpresas que nos despertam sorrisos, vontade de viver, de cantar aquela música brega, de dar vexame em público e de dizer que ama, que ama, que ama. Não é preciso pensar. É só questão de escolha. O que você tem diante dos olhos, merece um sorriso?
É simples.

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